Polícia Civil apura suposta fraude cometida por construtora; vítimas teriam perdido R$ 5 milhões

Criciúma (SC)

A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar uma suposta fraude que teria sido cometida por uma construtora de Criciúma. A ação policial ocorreu após uma representação formulada por um escritório de advocacia, que representa um casal de Nova Veneza, vítima do suposto esquema.

Conforme as informações do delegado Márcio Campos Neves, ao longo de cinco anos, dois sócios teriam enganado o casal vendendo imóveis na planta, que nunca foram entregues e sequer tinham as matrículas dos terrenos.

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O material apresentado pelo advogado à polícia, confirmado durante os depoimentos colhidos na delegacia, indica possibilidade de fraude perpetrada para tirar mais de R$ 5 milhões do casal. Além disso, há suspeita de contratos fraudulentos apresentou por terceiros em nome dos suspeitos, a fim de viabilizar o controle da comissão de clientes que buscam o ressarcimento e as medidas judiciais cabíveis em assembleia de credores.

Ainda de acordo com Neves, a polícia acredita que outras pessoas podem ter caído no mesmo golpe. A nota afirma ainda que, em casos semelhantes, os suspeitos alegam que o problema é de ordem civil, de dificuldades financeiras e desacordo comercial, e não criminal, com objetivo de não serem presos.

Contudo, o delegado ressalta que sócios diretores, mesmo diante da situação e do fato de a construtora não ter nenhum imóvel, mantém, um escritório aberto, segundo as vítimas, para captar novos clientes.

O prazo para a conclusão das investigações é de 30 dias.

 


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